O que dizem quem passou pelos programas
Depoimentos de supervisores, profissionais de RH e participantes do grupo aberto em Recife e região.
Voltar ao inícioO que os participantes relatam
Participei do Fundamentos em julho. O que mais me surpreendeu foi a segunda noite — eu esperava teoria sobre "escuta ativa", mas o que encontrei foi uma sequência de passos muito concreta para quando a conversa começa a desandar. Apliquei na semana seguinte com um membro da minha equipe e funcionou melhor do que eu esperava.
Julho de 2025Fiz o bloco de supervisores junto com mais três colegas da mesma empresa. O conteúdo é bem diferente de treinamentos corporativos que já fiz — é menos palatável e mais útil. As tarefas de campo são o que realmente testa se você aprendeu alguma coisa, porque você tem que usar em situações de verdade entre as sessões.
Agosto de 2025Estamos no quinto mês de assessoria em people operations. O trabalho de revisão dos nossos fluxos de escalonamento foi o que mais trouxe resultado concreto — identificamos pelo menos três pontos onde o processo criava ambiguidade e isso gerava mais conflito. As sessões mensais têm pauta preparada, o que ajuda a não desperdiçar tempo.
Agosto de 2025Fui ao Fundamentos sem saber exatamente o que esperar — vi a divulgação por um colega. O card de preparação que entregam antes da segunda noite é um dos materiais mais práticos que já recebi em qualquer curso. Uso até hoje antes de conversas com clientes difíceis.
Julho de 2025Fiz o bloco para supervisores e a diferença em relação ao Fundamentos é significativa — não é uma versão mais longa do mesmo conteúdo, é outro nível de profundidade. As sessões são densas. O card laminado está na minha gaveta no trabalho desde o dia que recebi.
Junho de 2025Participei do Fundamentos representando minha empresa, que queria avaliar se valia recomendar para a liderança. Vale. O que achei mais relevante foi a clareza sobre o que o curso não cobre — isso é raro. Ficou claro que não é mediação formal, é formação. Isso ajudou a calibrar as expectativas dos gestores antes de inscrever os supervisores no bloco.
Julho de 2025Percursos em detalhe
Situação inicial
Uma supervisora de turno relatou dificuldade em abordar questões de desempenho de forma individual — o hábito era falar em grupo, o que gerava constrangimento e respostas defensivas. Dois membros de sua equipe tinham um desentendimento recorrente que nunca havia sido endereçado diretamente.
Abordagem no programa
Ao longo do bloco de cinco sessões, a supervisora trabalhou a estrutura de conversas individuais de desempenho — como escolher o momento, como formular a abertura e como documentar o encerramento. Na sessão 4, trouxe o caso do desentendimento entre os dois colegas como tarefa de campo.
O que mudou
Ao final do bloco, a supervisora havia conduzido três conversas individuais documentadas — algo que não havia feito nos dois anos anteriores. O desentendimento entre os colegas não foi "resolvido" mas foi explicitado e encaminhado à gestão com resumo escrito claro, o que ela descreve como o maior avanço.
"Eu sabia que tinha que falar. O que eu não sabia era como começar sem piorar a situação. Agora sei."
Situação inicial
A equipe de RH de uma empresa de serviços em Recife contratou a assessoria após um período de reestruturação que gerou aumento nas queixas internas. O fluxo de escalonamento existente não estava sendo seguido — nenhum gestor sabia exatamente o que fazer com uma reclamação quando ela chegava.
Abordagem no programa
Nos primeiros três meses, a consultoria revisou o fluxo existente e identificou quatro pontos de ambiguidade. Os meses seguintes foram usados para redesenhar o processo com a equipe de RH, testar em grupos-piloto e preparar um documento de orientação para gestores.
O que mudou
No sexto mês, o número de queixas que chegavam sem histórico documentado havia caído pela metade. A equipe de RH relatou que o processo redesenhado reduziu o tempo médio de resposta inicial a uma queixa de 11 dias para 4 dias.
"A assessoria nos ajudou a ver onde o nosso processo criava problemas sem que percebêssemos. Isso não aparece em pesquisa de clima."
Situação inicial
Uma participante da área de saúde relatou dificuldade crônica em abordar colegas sobre comportamentos que afetavam o trabalho coletivo — ela tendia a adiar indefinidamente ou a falar de forma imprecisa, o que deixava a outra pessoa sem entender o que havia errado.
Abordagem no programa
O exercício da primeira noite — escrever uma abertura de conversa para uma situação real — mostrou que ela formulava o problema de forma vaga. A facilitadora deu feedback direto sobre a formulação. Na segunda noite, ela reescreveu a abertura e praticou com uma colega de turma.
O que mudou
Dez dias após o curso, ela relatou ter tido a conversa que vinha adiando por três meses. A conversa não foi perfeita — ela disse que perdeu o fio na metade — mas teve um encerramento concreto. Para ela, o critério de sucesso era ter começado.
"Dois encontros numa semana e eu consegui fazer algo que estava travada há meses. Não é milagre — é que eu finalmente sabia por onde começar."
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Reconhecimento profissional: A Ponteiro é membro da ABRH-PE (Associação Brasileira de Recursos Humanos — Regional Pernambuco) desde 2021 e segue as diretrizes éticas para atuação em desenvolvimento organizacional.
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